HISTÓRICO DA  PARÓQUIA  SAGRADO  CORAÇÃO   DE  JESUS

No meio da mata, a beira de um picadão, uma pequena capela, coberta de sapé, intrigava os homens que haviam sido contratados para fazer o levantamento topográfico, na década de 20. Através desse fato, podemos afirmar que a cidade de Nova Esperança desde antes de sua criação e estruturação, já estava entrelaçada à religiosidade.

Com o passar dos anos a pequena capela que um dia havia sido dedicada ao Sagrado Coração de Jesus, dá lugar, não apenas a cidade de Nova Esperança, mas também a Paróquia, que recebe como padroeiro o Sagrado Coração de Jesus.
Mas estruturas de alvenaria, cobertos de sapé, ou mesmo telhas de barro, não são essenciais para a Igreja, pois a representação viva dela, são as pessoas. Com o passar dos anos e com aglomeração de homens, mulheres e crianças na região próxima a essa antiga capela, a Igreja começa a tomar forma e estrutura, pois a antiga e pequena capela próxima ao Rio Biguá e no meio da mata nunca teve capacidade e nem função de abrigar fiéis. Logo, foi necessário construir um local próprio para acontecer esta acolhida dos fiéis no pequeno vilarejo, por isso, foi construído um rancho coberto de palha nas proximidades da atual matriz, o local era tosco, as pessoas se reuniam para oração, mas o local não tinha o porte de igreja, tanto que para a missa, o próprio pároco levava a imagem do Sagrado Coração de sua casa para o galpão, que era formado de troncos de madeira e que tinha como altar uma simples mesa de madeira.

O número de fiéis passa a crescer insistentemente, e o galpão torna-se pequeno, e se faz necessário a construção de um local mais apropriado, que tivesse uma estrutura eclesial e que acolhesse a crescente leva de fiéis católicos, que participavam das celebrações. A primeira igreja foi construída; era de madeira, de dimensões pequenas, 8x6 metros, mas já era suficiente para acolher os fiéis. Essa igreja se completava com um pequeno tronco de madeira onde o sino estava fixado, por um confessionário e por altar central.

Como já era previsto, o número de fiéis continuou a aumentar, por isso um ano após a emancipação política da cidade de Nova Esperança, a comunidade católica se organiza, através de uma comissão, no ano de 1953, para a construção de uma nova igreja. Essa sim seria a típica Igreja Católica de meados dos anos 1950. Ela era bem maior, mais imponente, construída com matéria prima mais típica e abundante na região, a madeira. Além de ser toda construída com madeira de lei, ela também era revestida com forro de pinho e era muito ornamentada.

A exagerada altura das paredes laterais, fez com que o vento envergasse as paredes, que precisavam ser sustentadas por cabos de aço, até que a construção fosse reparada. Mas contra-tempos a parte, a igreja foi concluída. Em seu interior havia três altares, um central e dois laterais e também confessionários, tudo isso muito bem entalhado e ornamentado em pura madeira. Lembrança de período pré-concílio Vaticano II; do lado do altar central havia um alto púlpito para homilias.

Nesse período da década de 1950, a cidade se organizou muito bem em sua estrutura física, mas no quesito ação humana na igreja ela ainda se encontrava bastante defasada. Afinal a ação dos fiéis leigos nesse período ainda era bem restrita e a falta de autoridades eclesiais limitava muita a ação da igreja na comunidade.

Além da direção espiritual e das habituais celebrações eucarísticas, o padre José Roldan, pároco da época, incentiva e dá início a uma pequena escola de madeira, que foi algum tempo mantida pela paróquia. Através dessa escola os fiéis da jovem  Nova Esperança  puderam ter uma instituição católica para seus filhos.

Entre 1955 e 1956 em uma das muitas missas, padre José Antonio Roldan expressa a grande necessidade da paróquia por uma preparação mais direta das crianças para a 1ª Eucaristia. Até esse momento a catequese era uma responsabilidade familiar, mas essa não estava suprindo a necessidade das crianças, que precisavam de uma profundidade nos ensinamentos cristãos.

Muitas pessoas estavam dispostas a assumir a função de catequizar os jovens fiéis da comunidade nova esperancense, mas o grande problema era a preparação. Havia muita boa vontade por parte dos voluntários, mas pouco preparo, limitado apenas a religiosidade popular, que era muito comum nas famílias nesse período.

A falta de opção fez com que a catequese tivesse início, mesmo sem pessoas preparadas. Os catequistas se limitavam a ensinar orações como Ave Maria, Pai Nosso, Creio e o indispensável Ato de Contrição que era recitado ao padre,  pelas crianças, logo após o sacramento da confissão, antes da primeira comunhão.

Esses voluntários ensinavam também os mandamentos da Lei de Deus, os mandamentos da Igreja, os Sacramentos e também sobre fé e amor, tudo como pedia o catecismo.

Aos poucos, os jovens fiéis, formados pelos catequistas voluntários, se engajavam na comunidade através da irmandade das Cruzadas (fita amarela no pescoço), Filhas de Maria, Marianos e Apostolado de Oração.

Em 1959 a Escola Nossa Senhora da Esperança, motivada pela paróquia é entregue aos cuidados das Irmãs Apóstolas do Sagrado Coração de Jesus. Na época padre José Roldan, manifesta sua dificuldade de conciliar as responsabilidades da paróquia e os cuidados da Escola ao Bispo D. Jaime Luiz Coelho, que imediatamente entra em contato com as Irmãs Apóstolas que chegam na cidade em 06 de janeiro de 1959. Dentre elas estava Irmã Domingas Brotto.

As três irmãs designadas pra Nova Esperança não possuíam apenas a missão de promover a educação cristã através da escola, mas também evangelizar e desenvolver ainda mais o cristianismo na região.

As irmãs foram recepcionadas em sua chegada pelo Bispo D. Jaime e pelo padre José  Roldan, que as apresentou à comunidade através de uma celebração eucarística.

A ação pastoral empreendida pelas irmãs  era muito intensa, elas auxiliavam o padre em suas visitas diárias aos inúmeros sítios da região, também lecionavam na escola e catequizavam as crianças. A escola Nossa Senhora da Esperança, onde a catequese acontecia, era uma extensão da casa paroquial com quatro salas.

Com o tempo e com a chegada de um número maior de irmãs, tem início a construção do Colégio Coração de Jesus que viria substituir a antiga escola Nossa Senhora da Esperança. Para sua construção muitas famílias contribuíram com sacas de café e até mesmo alguns deputados deram  ajuda financeira para o término da obra.

Com o fim da obra, por muitos anos o colégio Coração de Jesus abrigou a catequese paroquial.
A catequese vai assim, ao poucos se desenvolvendo ao longo da década de 1960, juntamente com a paróquia que cresce cada vez mais.
Durante esse período em Nova Esperança, vários padres passaram pela paróquia, sendo eles Pe. José Veloso Gomes, Pe. Ernesto Pretti, Cônego Francisco X. P. Lopes, Pe. Egidio Betototti e Pe. Ladislau Ban. 

Durante a década 1960 a Igreja Matriz de Nova Esperança também é modificada, pois no final da 1ª metade dessa década, a estrutura da Igreja não suporta o peso do telhado e desaba. Com a demolição do que restou da Igreja, parte da madeira que a compunha foi enviada para a construção do C.C.O.S e o restante foi leiloado para construção de mangueiras para bovinos.

No ano de 1964,  Pe. Ernesto Pretti dá início a construção da nova igreja, como a construção tem início antes do Concílio Vaticano II, que empreendeu profundas e radicais mudanças na liturgia da Igreja, ela precisou de uma reforma antes de ter sido acabada, tudo isso para atender as novas exigências da ação litúrgica.

A construção é moderna e bastante arrojada , além de ser um magnífico complexo arquitetônico ela também é extremamente rica em detalhes e simbologia.

Alguns anos após seu início, e mesmo estando ainda inacabada, ela sofre mais algumas reformas  para adaptar-se  novamente às normas da liturgia. Era o ano de 1979 e na ocasião aproveitaram para colocar mármore e granito no piso da igreja, e para ornamentação, um belo painel dourado que fica ao fundo do presbitério.

O painel é composto por cobre, latão e ferro (não possui nenhum metal nobre)   e       é
extremamente  rico em simbologia pois no meio do painel está a imagem de um pelicano, pássaro que em épocas difíceis de arranjar alimento, rasga o próprio peito com o bico e oferece o coração como alimento para os filhotes. Esta imagem principal representa Cristo que deu sua própria vida  com o peito aberto e com o coração transpassado na cruz,  por toda a humanidade.
O painel também possui outros símbolos que são:
- Pássaro voando - Presença da vida no ar (os pássaros representam cada um de nós, o povo de  Jesus).
            - Cachos de uva - Vinho- Eucaristia.(O vinho que Jesus serviu na última ceia,seu sangue.)
- Àrvore - Símbolo da vida. Árvore geneológica, descendência de Jesus.
- Línguas de  Fogo – Representa dons do Espírito(Pentecostes, início da Igreja)
- Símbolo Cromossômico Feminino – Simboliza fertilidade, ponto inicial da vida biológica.
- Alfa - Primeira letra do alfabeto grego, indica o princípio.(Início da vida de Jesus aqui na terra.)
- Ômega - Última letra do alfabeto grego. Fim de todas as coisas.
- Coração em Chamas - é o coração chagado de Cristo.
- Galho de Parreiras com Cacho - Ramo da videira com frutos. Cristo é a videira, e os cristãos os ramos .
- Ramos de Trigo – Eucaristia. Fruto do trabalho.(Farinha que se torna o pão, o Corpo de Cristo)
- Peixes - Símbolos dos  primeiros cristãos.
- Sol - Luz do mundo. Jesus é a Luz do mundo.
- Pães – Eucaristia, Jesus consagrou o pão como sua carne  ofereceu a seus discípulos.
- Galhetas (Jarras) Símbolo do serviço. Usadas na consagração com água e vinho, simbolizando o sangue de Jesus, a água a comunidade.
- Cristo em Grego - Símbolo do Cristo  Ressuscitado.
- Pia jorrando Água- Fonte de  vida (água do batismo)
Além do painel metálico ao fundo do presbitério ,um pouco mais a frente do altar, logo acima, há uma  gravura  pintada simbolizando o Cristo Rei do Universo, sentado em seu trono de glória, envolto pelo símbolo dos quatro evangelistas e rodeado por todas as constelações, simbolizando que o Senhor Jesus, tem poder sobre todo o Universo e seres que nele habitam. Essa pintura teve início no ano de 1979 e só foi concluído em 1980,  pelo artista  plástico Henrique J. de  Aragão.
A década de 70 foi um período de muito  trabalho de ornamentação  e  reformas do templo e a frente de todo esse empreendimento estava o  Mons. Berniero Maria Lauria (in memória) que era o pároco da época. Ele  assumiu a paróquia em 1970, e  dedicou-se  a comunidade por treze anos, até 1983, ano que veio a falecer.
Foi no início do anos 80 que chega  a Nova  Esperança Irmã Clarice Mari Romagno, religiosa e muito dedicada, colocou-se a disposição da comunidade, organizou e  reestruturou a  catequese em Nova Esperança, e também colaborou muito com a reestruturação  da catequese em toda a  diocese.
Nessa  época o pároco era Pe. José  Vieira,  que  com seu apóio, contribuiu para criação de coordenações de catequese  em cada  comunidade da paróquia, inclusive nas  diversas capelas.
Havia  dois grandes encontros dos catequistas, duas  vezes ao ano. No primeiro, geralmente no início de ano, o objetivo era a explicação de algumas normas da catequese, avisos  em geral e como deveria ser o trabalho daquele ano,  havia partilha de experiência, buscando sempre o entrosamento dos catequistas. No final do ano acontecia o segundo grande encontro, tinha o objetivo de  avaliar o ano catequético que terminava e  confraternização com todo o grupo de catequista.
Era comum nessa época, os coordenadores de catequese de cada comunidade da  paróquia, se reunirem uma vez por mês, nas dependências do Colégio Coração  de Jesus, para  preparação de encontros, receber orientações e novas informações sobre a catequese, que depois eram transmitidas para todos  os catequistas.
Os encontros de catequese nas comunidades aconteciam fora do horário de aulas em várias escolas da cidade, antes de cada encontro  a coordenação se reunia com os catequistas para a leitura do Evangelho do domingo e era feita uma  breve reflexão.
A partir da segunda metade da década de 80, a Irmã  Clarice, preocupada com a formação dos catequistas, organizou um curso de formação para os mesmos.
 Os encontros deste curso eram mensais, e havia a participação de catequistas da cidade de Presidente Castelo Branco. No início, os conteúdos ministrados nesses encontros eram  os mesmos do livro da primeira fase da “Escola em Busca do Ser”- “Conhecer a Realidade Humana e Divina”, pois  duas das coordenadores haviam concluído esta escola e pediram a autorização do fundador dela, Frei Lívio Paniza (em memória) para compartilhar estes conteúdos com os catequistas  da  paróquia.
Pode-se dizer que, na região, Nova Esperança, foi a pioneira  em ministrar  cursos  para  catequista, pois depois disso, não demorou muito para que a diocese se organizasse para  também  oferecer  formação aos demais  catequistas de toda a região.
Irmã Clarice  Romagna, e as coordenadoras Maria Ângela Benatti e Ana Lúcia Paixão, que compartilharam  os conteúdos da “Escola  em Busca do Ser”, juntamente com uma religiosa da cidade de  Mandaguaçú e uma catequista de  Marialva, se reuniram, organizaram e prepararam os conteúdos que seriam apresentados em Maringá ao Padre Vicente. Os conteúdos  escolhidos para esses encontros de formação eram Metodologia da Catequese e  Espiritualidade do Catequista. Pouco tempo depois, teve  início os encontros de formação nas paróquias  vizinhas, Mandaguaçú, Paranacity, Cruzeiro do Sul, dentre outras.
No começo dos  anos  90, a Paróquia construiu no pátio  do Salão Paroquial o Centro Catequético, hoje conhecido como Centro Pastoral  Monsenhor Berniero  Maria Lauria, após o término da construção, a catequese da comunidade centro deixa de acontecer nas dependências do Colégio Coração de Jesus, e passa a ser no novo Centro Catequético.
Com a chegada do Pe. Paulo Campos, a catequese mantém sua estrutura, mas dá início a algo novo na paróquia, que seriam os retiros de formação para catequistas, e retiros de  preparação  para os catequizandos  que se preparavam para o sacramento do Crisma.
Os retiros para os catequistas, vieram substituir as antigas reuniões que ocorriam duas vezes por ano durante a década de 80. Nesses retiros aconteciam momentos de descontração e profunda formação.
Os retiros com os crismandos tinha o objetivo de aprofundar a formação do cristão, sobre Igreja  e  o mundo, ressaltando o valor dos sacramentos. Aconteceram por muito  tempo no Centro de  Formação D. Oscar Romeiro, localizado na área  rural, oferecendo acomodação e espaço para as diversas atividades,  iniciava-se no sábado e terminava no domingo. Atualmente os retiros de preparação para o Crisma, acontecem  com  duração de um dia, com vários temas  trabalhados, são realizados em várias comunidades da paróquia.
No ano de l992, também tem o início a Escola  Catequética em Nova Esperança, a Srª. Irene  Mocci e Srª Vilma Fusco trabalharam por muito tempo na  formação de  jovens catequistas da paróquia, os encontros  da  Escola Catequética aconteciam como hoje,  uma  vez  por  mês no Centro Catequético.
Ao longo dos anos 90 até  os dias de hoje, muitos padres passaram por nossa paróquia, são eles:Pe. José Antonio Roldan, Pe. José Veloso Gomes, Pe. Ernesto Pretti, Cônego Francisco X. P. Lopez, Pe. Egídio Bertotti, Pe. Ladislau Ban, Mons. Bernieiro Maria Lauria, Pe. Antonio Alczuk, Mons. Friedrich Josef Karl Gerkens, Pe José Vieira da Silva, Pe. Paulo Campos, Pe. Edmar Peron, Pe. Roberto Takeshi  Kuriyama, Pe. Jair Presinate e atualmente o Pe. César Hipólito,  todos tiveram especial carinho e imensa atenção à catequese paroquial. Também fizeram parte da paróquia, os seguintes vigários:  Eduino Parascandolo, Pedro Vatar Makiyama, Ladislau Ban, Israel Zago, Pe Gerson França, Pe. Jair Presinati, Pe Pedro Jorge Delgado Bento, Pe. Levi de Oliveira Silva, Pe. Adacílio Félix de Oliveira, Pe. César Hipólito, Pe. Rildo da Luz Ferreira e Pe. Obelino Silva de Almeida.
Afinal, a catequese é um dos trabalhos de maior valor e destaque em qualquer paróquia, pois é a mais simples contribuição, de homens e mulheres simples, que levam novos filhos para Deus, que sustentam e dão continuidade a essa grande obra  que é a Igreja.

 

FONTES:

Anais da Cidade de Nova Esperança.
Arquivos da Paróquia Sagrado Coração de Jesus.
Curiosidades sobre o nome Capelinha.
Histórico do Colégio Coração de Jesus.
Histórico Hermann Moraes Barros (sobre o começo da cidade)
Por quem os Sinos tocam – Marli Baldin
Entrevista do Senhor Kleper Guimarães Palhano (Ex-prefeito)
Depoimentos:   Irmã Domingas Brotto        
                                   Julieta Rigonato (uma das primeiras catequistas)
                                   Ana Lucia M. Paixão

 

 

PARÓQUIA  DO  SAGRADO  CORAÇÃO  DE  JESUS
NOVA ESPERANÇA – PR /  REGIÃO PASTORAL NOVA ESPERANÇA
ARQUIDIOCESE DE MARINGÁ

 

 A paróquia do Sagrado Coração de Jesus é composta por 04 (quatro) conselhos:
 -  Conselho Pastoral Paroquial (CPP);
             -  Conselho de Assuntos Econômicos Paroquial (CAE)
             -  Conselho Pastoral das Comunidades (CPC);
 -  Conselho de Assuntos Econômicos das Comunidades (CAEC).
É dividida em 30 (trinta) Setores Urbanos. Também é composta por Pastorais, Movimentos, Equipes de Serviço, Congregações e Associações:

Apostolado da Oração
É uma associação de pessoas a serviço da Igreja, do Reino e dos Irmãos; porque pelo Batismo participam da missão sacerdotal, real e profética de Cristo e são destinados por Deus à atividade apostólica.
O Apostolado da Oração é um movimento de oração e visitas aos doentes. Tem dois dias de encontro, a 1ª sexta feira com adoração ao Santíssimo e missa. O material usado temos os bilhetes mensais e o ‘mensageiro’ que é recebido da Editora Loiola/SP. Também é mantido um caixa no banco para algumas necessidades do grupo, um livro de chamada e um livro Ata, nele há muitos nomes, mas que atuam mesmo são na média 30 pessoas.

- Apóstolas Sagrado Coração de Jesus
No dia 06 de janeiro de 1959, chegam no município, convidadas pelo Bispo, as primeiras Irmãs Zeladoras do Sagrado Coração de Jesus. Eram elas: Reverenda Irmã Ciríaca Rampo, superiora; Irmã Domingas Brotto re Irmã Romualda Juliani, com o objetivo de evangelizar, desenvolver o cristianismo na região.
A paróquia acolheu muito bem as recém chegadas, com apresentação à comunidade pelo Bispo D. Jaime, em celebração de uma missa especial, com o Pe. José Antonio Roldan, pároco na ocasião.
Além das atividades escolares que desenvolvem no Colégio Sagrado Coração de Jesus, coordenado pelas apóstolas, as Irmãs apóstolas servem a população da cidade, prestando serviços de assistência social, atendendo as diversas pastorais, entre elas, a catequese.

- Associação Divina Providência
A Associação Divina Providência, designada pela sigla ADP, é uma Pessoa Jurídica de Direito Privado de caráter beneficente e cultural, fundada em 09 de agosto de 2000, sem fins lucrativos, sem distinções políticas, religiosas ou raciais, voltada a promoção de pessoas carentes através de trabalhos sociais, culturais e de evangelização. Conforme estatuto da mesma, atualizado em 23 fevereiro de 2005 de acordo com o Código Civil.
Tem como finalidades promover a valorização e o desenvolvimento do ser humano na sua integralidade, através de eventos culturais, filantrópicos, bem como o acompanhamento as suas famílias. Também sediar o escritório da RCC nesta cidade.
Todos que estão envolvidos com a ADP são voluntários.
A ADP atende crianças e adolescentes carentes de 07 a 15 anos, com o objetivo de ocupar o tempo dos mesmos com atividades educacionais, sociais e esportivas, evitando assim que tenham a possibilidade de irem para a rua, fazendo assim um trabalho preventivo. Também atende alguns casos em que a criança ou adolescente já esteja com problemas de comportamento, ambiente ou escolaridade, então desenvolve um trabalho de resgate. No geral são crianças e adolescentes com risco de rua. Oferece também para jovens e adultos um curso pré-vestibular, para os mais velhos tem o Projeto de Alfabetização da 3ª Idade.  Abriga um grupo de oração de senhoras e as reuniões e atendimento de intercessão. Ainda como atividade espiritual, todas as sextas feiras são reservadas para adoração ao Santíssimo Sacramento, na capela da ADP.
A Associação Divina Providência faz parte do Conselho de Direitos da Criança e Adolescente (CEDCA).
 
- CEB’s e Grupos de Reflexão
Os grupos de reflexão começaram por volta do ano de 1973, comandados e orientados pelo Monsenhor Berniero M. Lauria (in memória).
No início, com apenas alguns grupos, os participantes eram inseguros, mas com muito empenho, dedicação e amor por parte do pároco, foram ganhando confiança e crescendo o número de famílias que se agrupavam e formavam os novos grupos de reflexão.
Depois do ano de 1990, os grupos quase acabaram, não teve mais incentivo e ficaram perdidos. Agora, de uns tempos para cá, voltaram a ser incentivados pela diocese e com empenho do atual pároco, Pe. César, vem se conseguindo uma ótima reabilitação.
Atualmente a paróquia conta com 64 grupos, que se reúnem a cada 15 dias. Acontece uma ou duas vezes por ano, uma reunião com todos os dirigentes de todos os grupos e uma anual com os dirigentes de cada paróquia que compõe a Região Oeste da arquidiocese.

- Comunidade Bom Pastor
Foi criada em 1º de maio de 1996, em Nova Esperança. Os membros voluntários se reúnem uma vez ao mês. É composta de uma diretoria com as funções: presidente, vice presidente, tesoureiro, vice tesoureiro, secretário, vice secretário e diretor de patrimônio.
Tem como finalidades esclarecer e prevenir quanto ao perigo de uso de drogas e entorpecentes; promover a recuperação e reabilitação de pessoas viciadas ou dependentes de substâncias tóxicas; realizar trabalhos de orientação psicológica e sociológica junto ao recuperando e sua família.

 - Comunidade Canção Nova
Chegou em Nova Esperança no dia 23 de outubro de 2001, uma terça-feira às 18:00h. Obedientes ao chamado do Arcebispo de Maringá, D. Murilo S. R. Krieger, que sabendo da venda da antiga Rádio Sociedade de Nova Esperança, os queriam à frente da emissora. No dia 24 foram à Maringá se apresentarem a D. Murilo  que contou que era de sua vontade ter a Canção Nova em sua diocese e ao saber da venda da emissora ligou para o Pe Jonas pedindo que a comprasse. Mas somente depois de quatro meses é que iniciou-se o processo de negociação. D. Murilo ainda disse que “Foi Nossa Senhora que trouxe vocês, pois assim que falei com o Pe. Jonas sobre a rádio, consagrei este projeto nas mãos d’Ela.”

 - Cursilhos de Cristandade
Movimento de Cursilhos de Maringá: O 1º Cursilho acontecido no Brasil, foi na Semana Santa de 1962, em Valinhos – SP  e o 1º acontecido em Maringá.
Foram então convidados pelo Pe. Bernieiro M. Lauria, pároco da paróquia Sagrado Coração de Jesus, os casais José Ercílio e Terezinha Kreling, Armando e Ernestina Uchoa, Euclides e Ercília Troya, a participarem do 2º cursilho de cristandade de Maringá, em novembro de 1971. Daí por diante, todos os anos, ia dois ou três casais no cursilho.
Aconteceu de ficar mais ou menos 10 (dez) anos sem  participação dessa paróquia neste movimento. O Pe. Jair Presinate, quando veio para Nova Esperança, quis resgatar os movimentos e pastorais que estavam parados. Desde então são enviados para esta cidade 01 (uma) ou 02 (duas) fichas para cada cursilho, os quais são realizados num total de 04 (quatro) ao ano, 03 (três) para casais e 01 (um) para jovens.
No mês de abril de 2006 foi realizado o 136º . E o carisma próprio do MCC está na sua finalidade pastoral específica que é evangelização dos ambientes pastoral ambiental.

 

- Equipe de Batismo
O Batismo acontece em nossa paróquia todo segundo domingo de cada mês, às 9:30h após o término da missa matinal da igreja matriz, também acontece nas comunidades rurais e urbanas quando necessário.
É necessário que os pais e padrinhos façam a preparação que acontece a cada três meses, durante dois domingos consecutivos, das 8:00 às 11:00h. Nesta preparação é despertada a espiritualidade sobre o sacramento do batismo. O curso é dividido em quatro etapas: - a Fé; - Eucaristia e Partilha; - Batismo como sacramento; - ritual do Batismo.
Até o presente momento, no último livro nº 22, datado 16/04/06, há o registro de 42.843 batizados.

 - Equipe de Noivos
Pastoral de Preparação para o Matrimonio (curso de noivos):
Em meados de 1995 a Pastoral dos noivos mudou a sua metodologia, passou do método de palestras para o método participativo.
Na época o pároco era o Pe. Paulo Campos, ele percebendo a necessidade de uma melhor preparação para os casais de noivos, resolveu mudar a metodologia. Pe. Paulo ressaltava que o Sacramento do Matrimonio e um Sacramento tão serio quanto o Sacramento da Ordem, pois os dois são Sacramentos de Serviço, no entanto um padre se prepara para este sacramento durante anos, e um casal de noivos se preparava para receber o Sacramento do Matrimônio, que implica em uma vida inteira de renúncia, amor e doação, num final de semana. Baseado na necessidade de uma melhor preparação, os encontros de noivos passaram a ser de um sábado a noite e um domingo, para três encontros anuais; cada encontro dividido em sete reuniões, alternadas, a cada quinze dias.
Cada curso tem uma durabilidade de três meses, mais ou menos, e cada reunião dura em torno de duas horas e meia a três horas, dependendo da participação dos casais de noivos.
Na época em que foi mudada a metodologia a equipe era composta por sete casais. Eram eles: Lurdinha e Santo Nonciboni (in memória); Marli e Heraldo Tinós; Sonia e Dário Bidóia;  Ivonete e Francisco Razente; Sueli e Vanderlei Tozo; Lúcia e José Mauro Pasquini; Célia e Paulo Pereira.
Durante estes onze anos a maioria dos casais que iniciaram o trabalho na pastoral ainda permanecem na equipe, outros vários casais passaram pela equipe, mas não permaneceram. Percebemos que e difícil casais assumirem este trabalho, por ser mais um trabalho que exige compromisso e responsabilidade.
Iniciamos as reuniões com uma oração, fazemos sempre uma dinâmica de descontração, que na maioria das vezes já leva a preparar os casais para os assuntos a serem tratados nas reuniões. Logo após a dinâmica, dependendo do número de casais de noivos, separamos em grupos, onde fazemos um plenário e partilhamos com os casais assuntos relacionados a vida a dois e experiência de vida. Fazemos um intervalo no meio das reuniões de quinze minutos mais ou menos onde os próprios noivos se revezam trazendo o lanche, este é também um momento de confraternização entre equipe e noivos, onde podemos conversar e conhecer melhor os casais de uma maneira informal. Após o intervalo damos continuidade aos assuntos, logo após é feito o fechamento em plenário com todos os grupos e a oração final.
Os assuntos tratados nas reuniões são: amor, diálogo, fidelidade, respeito, perdão, diferenças psicológicas do homem e da mulher, renúncia, planejamento econômico, aspectos jurídicos, sexualidade, educação dos filhos, família do outro e religiosidade.
A equipe desenvolve estes assuntos de uma maneira em que os noivos participem, expondo a sua opinião, o que pensam, tirando suas dúvidas e ouvindo o testemunho de vida dos casais.
A equipe percebe que o objetivo tem sido atingido a cada final de encontro, pois alguns dos casais ao iniciarem os encontros, estão fechados e sem motivação, muitos dizem estarem no curso por ser uma exigência da igreja para se casarem no religioso, e durante as reuniões e no final de cada encontro tem ajudado na vida de cada um, o que mudou no relacionamento do casal durante o encontro. Já aconteceu de casais prestes a se casarem, depois dos encontros resolveram dar um tempo um para o outro por descobrirem que não se amavam o suficiente.
Diante de tudo isto a equipe se motiva cada vez mais no trabalho de preparar cada vez melhor estes casais para iniciarem uma família.
Hoje os casais que compõem a equipe são: Ivonete e Francisco Razente; Sonia e Dário Bidóia; Sueli e Vanderlei Tozo; Lúcia e José Mauro Pasquini; Célia e Paulo Pereira, Rosana e Claudemir Santoro; Sandra e Antonio Marcos Montanha; Jaqueline e Henrique Hipólito; Vânia e Dejamir Basso.
Durante estes 11 anos já passaram em média 300 a 400 casais de noivos pelos encontros de preparação para o matrimônio.
Além do Curso de  Noivos, existe também uma Equipe de Regularização de Matrimônio, que desenvolve cursos de preparação para os casais que mantêm uma convivência marital.
Aproveitamos também, para relatar aqui o número de casamentos desde o ano de 1952, que é de 8.920, registrado no último livro nº 10, 25/03/2006.
            
- Escola de Teológica
A Escola Teológica tem como objetivo oferecer elementos para uma formação que dê segurança aos leigos e capacitar as lideranças para um serviço de pastoral concreto na comunidade.
Iniciou-se no dia 03 de março de 1994 e teve como mentor e idealizador Pe. Paulo Campos.
A duração do curso é de três anos, com aulas semanais, nos horários das 19:30 às 22:30, no Centro Catequético.
Formamos um grupo de pessoas para podermos formar uma escola para um estudo mais profundo para coordenadores de pastorais, movimentos, catequistas, então pensamos numa escola de Teologia. Foi preciso vários meses para podermos preparar esta escola, e quando demos início, em 03 de março de 1994, tivemos a idéia de 72 alunos como os discípulos, com duração de três anos, para a Região Oeste. Todos os párocos aprovaram, mas agora como fica muito distante, poucas paróquias vêm; a escola dá apoio e estrutura para os formadores de cristãos; destes alunos, três agora já são professores na escola; com ajuda de padres, freiras e leigos. Daí surgiu as outras escolas em Maringá e Marialva, tomando como base a escola de Nova Esperança, e as escolas trabalham com as mesmos materiais , sempre entramos em contato para verificar o ano escolar.

- GFASC (Grande Família do Sagrado Coração de Jesus)
Foi implantada em Nova Esperança em aproximadamente 05 (cinco) anos. Participam do grupo 14 (quatorze) famílias que se reúnem uma vez por mês. Existe uma diretoria composta por: 01 (um) casal coordenador, 01 (um) vice-coordenador, 01 (um) tesoureiro e 01 (um) secretário.
O objetivo do GFASC é reconstruir a sociedade, a família, cada pessoa através da oração e do serviço ao irmão, buscando evangelizar as famílias. Tem a finalidade de formar uma grande família ligada ao carisma de Madre Clélia e a espiritualidade das apóstolas do Sagrado Coração de Jesus. A principal tarefa é consagrar as famílias ao Coração de Jesus e viver com empenho a vida cristã.

- Ministros Extraordinários
A equipe de Ministros que atuam na paróquia, é composta por 74 membros. Os quais
 atendem as diversas comunidades.
Ser Ministro Extraordinário da Comunhão Eucarística é dizer sim ao chamado de
 Deus para servir à comunidade e levar Jesus onde for necessário, a qualquer hora.
            Tem por objetivo, além da distribuição da Eucaristia, dar suporte ao pároco e à comunidade, no preparo das pessoas que compõem os rituais das missas e celebrações.
           
 - Movimento Ecumênico
Esse movimento pertence a Maringá, não foi criado para criticar ou fazer polêmica. O único objetivo é fazer saber que a mensagem de Jesus Cristo é dirigida a todos os homens e mulheres que comungam da mesma fé, tendo em vista o pensamento, a doutrina e os usos das diversas denominações religiosas.
A diocese de Maringá é membro ativo do movimento ecumênico de Maringá (MECUM).
As paróquias nomeiam uma pessoa para representa-la em Maringá. O representante de Nova Esperança é o Sr. João Batista de Souza.
O movimento foi implantado nesta paróquia há mais ou menos dez anos pelo Pe. Roberto Takeshi Kuriyama.

- MFC (Movimento Familiar Cristão)
Em Nova Esperança teve início em 1983. Hoje existem 09 (nove) grupos com aproximadamente 70 (setenta) casais. Cada grupo se reúne quinzenalmente para refletirem sobre o “elo” e o livro de reflexão da paróquia. A reunião de casais de coordenadores de cada grupo é mensal. A diretoria é formada por 01 (um) casal coordenador geral, secretário e tesoureiro.
Objetivo: Evangelizar e promover a família desenvolvendo nela seus valores humanos e cristãos a fim de que seja formadora de pessoas , educadora da fé e promotora do bem comum .
A base do MFC é formada por equipes de casais: - equipe diocesana, - equipe estadual, - conselho regional , - conselho nacional e equipe SPLA que unifica e promove o MFC na América Latina.

- Movimento da Mãe Peregrina de Schoenstatt
O Movimento da Mãe Peregrina de Schoenstatt teve início em Nova Esperança no dia 18 de outubro de 1987, sob a coordenação da Srª Maria Aparecida da Silva. Na época, D. Maria participava como auxiliar no apostolado da oração e foi em Maringá, no dia 18 de janeiro do  mesmo ano, que ficou conhecendo este movimento. O Monsenhor Friedrich Josef Karl Gerkens a incentivou que começasse em Nova Esperança, então foram trazidas 02 (duas) imagens; sendo 01 (uma) para zelar e outra para D. Alneide Souza dos Santos. 
A coordenadora, D. Maria,, sempre no final das missas divulgava e pedia para que as famílias recebessem em casa a imagem da santa e rezassem o terço. Pediu muito e muitas vezes. Assim, em novembro de 1997 foi comemorado 10 anos deste movimento em Nova Esperança, que contava então, com 50 imagens sob a coordenação da Senhora Aparecida A. Calegari Mocci, foi o Pe. Edmar Perón quem celebrou esta data, mas o pároco era ainda o Pe. Paulo Campos.
Atualmente, contamos com 68 imagens e  10 coordenadoras setoriais e como coordenadora paroquial a Senhora Dilma Fumagali Figueiredo.  Hoje contamos também com 02 (duas) imagens infanto juvenil , que é coordenada por adolescentes e jovens e mais 02 (duas) imagens para os doentes.

- Pastoral da Catequese Adolescente
A P.A. prepara o adolescente para o Crisma, são três (3) anos.
O adolescente que cumpriu com todas as etapas no final do ano passa por um dia de retiro.
Então o adolescente recebe o sacramento do Crisma,após procuramos engajá-lo na pastoral da P.J. (Pastoral da Juventude),ou em alguma outra pastoral.
           Atendemos as 23 comunidades que pertencem à paróquia.
           Coordenadora Paroquial Atual: Terezinha de Fátima Luiz.
           Assessora Paroquial: Ir. Maria Dolores Silva.
           Na paróquia há catequese para adultos, que prepara pessoas para receber todos os sacramentos.
           Também há catequese especial para adolescentes de 12-16 anos que não fizeram nenhuma catequese, duração de 2 (dois) anos, após este período, recebem os sacramentos.
           Em 2.006 foi implantado o R.I.C.A. em nossa paróquia.
Nos últimos registros, livro nº 07, 25/11/2005, 25.182 crismandos até o momento.

             - Pastoral da Catequese Infantil
          P.I.- Pastoral Infantil (Catequese Infantil)
          A P.I. prepara as crianças para receber a Sagrada Eucaristia.
 O material usado é o “Crescer em Comunhão I, II, III”.
             Em 2.005 uniram-se as pastorais P.A. e P.I. numa só catequese com duas coordenações, pois a paróquia é muito grande.
           Inicia-se com 07 (sete) anos na iniciação a catequese (pré-catequese). Com 08 (oito) anos a 1ªetapa, com 09 (nove) anos a 2ªetapa, com 10 (dez) a 3ªetapa onde já se encaminha para a 1ª Eucaristia, tendo no final do ano encontro com determinado número de crianças concentrando-se na penitência e na Eucaristia, depois passam pela confissão com o padre.
            Atendemos 23 comunidades que pertence à paróquia.
            Coordenadora Paroquial Atual: Darcione Cristina Mocci Ciorlin.
            Assessora Paroquial: Ir. Maria Dolores Silva.
           

 - Pastoral da Criança
A Pastoral da Criança foi implantada em Nova Esperança pelo Pe. Paulo Campos, em 1994, na comunidade centro, e na época em mais duas comunidades: Nossa Senhora das Graças e São Judas Tadeu. A pastoral teve como primeira coordenadora a Prof. Clarice Bonfim Santana, que exerceu a função por dez anos, depois passou o cargo para a Sra. Maria Riguette que já está como coordenadora há quatro anos. Clarice ainda se dedica com muito amor até hoje a esta pastoral.
 Em 1994 eram oito pessoas voluntárias, atualmente são vinte e cinco líderes e também voluntários.
 Há a Celebração da Vida, através do Projeto Catequese no Ventre Materno, onde as gestantes recebem instruções sobre a gravidez, aleitamento materno e confeccionam os enxovais do bebê. A pastoral faz ainda visitas domiciliares mensais onde fazem a pesagem das crianças e cuidam da desnutrição infantil. Conta com uma cozinha onde é preparada a multimistura e os remédios caseiros.
Atualmente a pastoral atende em torno de trezentas crianças, de 0 a 06 anos; 250 famílias e 31 gestantes matriculadas, também tem a escola de artesanato para meninas a partir de 09 anos. Faz palestras com adolescentes sobre a gravidez na adolescência e o uso de drogas.

 

- Pastoral da Sobriedade
Esta pastoral é a ação concreta da Igreja na prevenção e recuperação da dependência química.
É uma ação pastoral conjunta que busca a integração de todas as pastorais, movimentos, comunidades terapêuticas, casas de recuperação para, através da pedagogia de Jesus Libertador, resgatar e reinserir os excluídos, propondo uma mudança de vida através da conversão.
Pastoral é uma atuação especial da Igreja, diante de um problema da sociedade, no momento em que ele se apresenta. É uma resposta da Igreja a uma problemática social.
Considerando que 25% da população brasileira está, direta ou indiretamente, ligada ao fenômeno das drogas, que cada vez mais cedo os adolescentes entram em contato com as drogas, carregando consigo, em média, quatro outras pessoas, chamadas de co-dependentes, membros da família e amigos, a Pastoral da Sobriedade capacita aqueles, que de alguma maneira, se identificam com a causa e desejam lutar pela vida, tornando-se um Agente desta pastoral.

 

             - Pastoral do Dízimo
Foi implantando mais ou menos em 1967. Um dos agentes da época foi o Sr. José Ardengue e depois dele houve muitos coordenadores.
Na época do Pe. Lauria, formou-se uma equipe com nove agentes, entre eles os Srs. Tomaz Bigatão, José Vanzela  mais tarde, José Razente, Nelson Mesquita, Rubens Sanches, e hoje o atual coordenador é o Sr. Alécio Bertoncelo.
A pastoral conta atualmente com 30 agentes.

Renovação Carismática Católica - RCC
A Renovação Carismática Católica teve início no mês de setembro 1979, através da Irmã Clarice, do Colégio Coração de Jesus, após ter participado de alguns encontros da RCC na casa de Nazaré na cidade de Terra Rica, se entusiasmou com a presença do Espírito Santo de Deus e achou que seria importante que os leigos estivessem a frente da RCC.

- Sociedade de São Vicente de Paulo
Foi fundada no dia 06 de janeiro de 1959 , nesta cidade, por intermédio do Pe. José Antonio Roldan, que convocou alguns senhores a fim de estudarem a fundação de uma Conferência da Sociedade de São Vicente de Paulo.
Esta sociedade tem como objetivo principal a assistência aos necessitados através dos esforços de voluntários

- Infância Missionária
A obra da Infância Missionária, fundada em 1843 por D. Carlos Forbim Janson – Bispo de Nancy, França, nasceu para sensibilizar as crianças e adolescentes desta realidade, levando-as a colaborar em orações, sacrifícios e ajuda materiais.
D. Carlos morreu em 1844, e em tão pouco tempo sua obra já estava organizada em 65 dioceses da Europa.
Esta obra recebeu imediatamente a aprovação e a recomendação dos papas. Pio XI, no dia 03 de maio de 1922, declarou esta obra “Pontifícia”, isto é: Obra do Papa e todas as dioceses do mundo.
No dia 04 de dezembro de 1950, Pio XII instituiu o Domingo Mundial da Infância Missionária, a ser celebrado em todas as Igrejas.
Esta obra chegou ao Brasil no ano de 1858. Foi muito bem acolhida e produziu muitos frutos. Situações diversas (Proclamação da República em 1889) fizeram obscurecer seus objetivos e organização.
O carisma da obra é suscitar e promover o Espírito Universal entre as crianças. Deveria atingir todas as crianças, desde o dia do Batismo, já no colo da mãe, o bebê batizado, já é missionário.
A Infância Missionária na comunidade Centro – Tendo em vista que já existia em outras paróquias, surgiu então o interesse em trazê-la também para nossa paróquia. Foi no ano de 2005, em que nosso pároco era o Pe. Jair. Iniciou-se com a presença da coordenadora diocesana paroquial Irmã Rosangela Maria da Silva, assessora  Célia Regina Gomes, auxiliar da assessora Irmã Maria Dolores Silva e outras missionárias que hoje são coordenadoras.
Nesta formação tivemos a oportunidade de conhecer melhor esta obra missionária e como iríamos desenvolvê-la.
Iniciamos com poucas crianças, somente na comunidade centro, pois estávamos apenas engatinhando e tínhamos muito que aprender. A Infância Missionária não é uma obra que caminha sozinha, ela necessita de apoio, graças a Deus em nossa paróquia encontramos muita colaboração.
Em 2005, quando começamos era 25 crianças, hoje estamos também em outras comunidades: Comunidade São Pedro; Com. São Paulo; Com. São Tiago; Com. São Judas Tadeu; Com. Santo André e Com. Nossa Senhora das Graças, totalizando assim, aproximadamente 80 crianças, Estamos atingindo parte do nosso objetivo, que desde o início é fazer com que esses pequenos missionários possam conhecer o Projeto de Jesus e comecem desde pequenos a dar frutos, testemunhando e fazendo com que outras crianças, jovens e adultos possam descobrir as maravilhas do reino de Deus.

Catequese na APAE
A catequese na Escola Especial Esperança (APAE) iniciou em fevereiro de 2002 com o   Pe. Roberto. A Irmã Ediane do Colégio Coração de Jesus, foi quem começou, juntamente com as catequistas Darcione, Maísa, Ivone e Akiko.
Tinha duas turmas em cada período, pois os encontros são dentro da escola em horário de aula, pois a maioria dos catequizandos  não vêm em outro horário, pelo motivo de não terem condições de se locomoverem sem ser de ônibus. No ano de 2002 quando começamos eram em 28 catequizandos.
O conteúdo trabalhado no início foi: - Criação do Mundo; - O nascimento de Jesus; - A família de Jesus e a nossa família; - Parábolas; - Paixão e Ressurreição de Jesus; - Os mandamentos; - Sacramentos e a Missa.
Fizemos uma experiência e deu certo, foi muito bom, pois eles gostam muito da catequese. Essa turma terminou a catequese com o Crisma em 2005, pois a 1ª Eucaristia na Educação Especial são 2 anos e não 3 como no Ensino Regular.
Atualmente temos quatro turmas, duas em cada período,; são duas de preparação para a 1ª Eucaristia e duas para a preparação para o Crisma, no total de 36 catequizandos.
No momento já estamos com material adequado para trabalhar com a Educação Especial.
Testemunho: Foi e está sendo um trabalho muito gratificante, pois os catequizandos não tinham esta oportunidade; temos mães que até achavam que seus filhos não iriam fazer a 1ª Eucaristia, e eles conseguiram, então isto nos deixa muito feliz e mais animados para continuar este lindo trabalho, que quando começamos, foi como uma experiência que se tornou realidade.

Comunidades
A Paróquia Sagrado Coração de Jesus está dividida ainda em 21 comunidades:
- Comunidade Centro;
            - Comunidade de Nossa Senhora das Graças;
- Comunidade de São Tiago;
            - Comunidade São Judas Tadeu;
- Comunidade de São Pedro;
- Comunidade de Santo André;
- Comunidade de São Paulo;
- Comunidade Santo Antônio;
- Comunidade Santa Terezinha;
- Comunidade São Sebastião;
- Comunidade Nossa Senhora de Guadalupe;
- Comunidade Nossa Senhora Aparecida;
- Comunidade Nossa Senhora Mãe de Deus;
- Comunidade Nossa Senhora do Carmo;
- Comunidade São Marcos;
- Comunidade São Lucas;
- Comunidade Santa Clara;
- Comunidade Bom Jesus;
- Comunidade Nossa Senhora de Fátima;
- Comunidade São Filipe;
- Comunidade São Mateus.

Comunidade Nossa Senhora das Graças
Iniciou em 1981 com um grupo de reflexão no salão da Vila Silveira e que em aproximadamente 6 meses aumentaram-se os grupos, passando a ser capela.
Posteriormente a Cohapar doou um novo salão para a comunidade.
Através de uma doação vinda da Alemanha foi que teve início à construção da capela, e através de promoções diversas e campanhas na comunidade foi construída a atual capela.
As pastorais que atuam nesta comunidade são: Pastoral da Criança; Cristma; Dízimo; Pastoral do Canto; Movimento da Mãe Peregrina; Renovação Carismática Católica; Grupo da 3ª  Idade; Liturgia; Missionárias do Rosário; Catequese (Infância Missionária com 22 crianças); Pastoral Infantil;  Pastoral do Adolescente.
No início da comunidade a catequese era realizada na Escola Municipal Comecinho de Vida, depois passou a ser feita nas casas dos catequizandos, no Centro Social, passando depois para o salão da comunidade ou na capela.
A Pastoral do Adolescente começou em 2002; os encontros eram realizados no salão, na capela e muitas vezes até embaixo das árvores.

Comunidade  São Judas Tadeu , localizada na Vila  Regina,  tem       seu primeiro registro no dia 06 (seis) de Julho de 1958, quando algumas pessoas se reuniram para formar a 1ª diretoria. Mas segundo o Sr. Manoel Bernabé da Silva, quando ele chegou em Nova Esperança em 1952 a igrejinha desta comunidade já existia e segundo ele foi construída por dois homens que residiam em Barão de Lucena. Todos eram muito animados com quermesses,  orações de terços durante o mês de maio ou junho, com visita da imagem de Nossa Senhora de Fátima. De acordo com o Sr. Arlindo Fusco o nome de São Judas Tadeu se deu por conta de um senhor que fez a promessa de visitar a cidade de Aparecida, ao sair da Basílica iria comprar a primeira imagem que encontrasse e daria para esta capela, que foi a imagem de São Judas Tadeu, por isso recebeu este nome. A capela contava ainda com mais duas imagens a de N. Srª Aparecida e do Sagrado Coração Jesus. Não se sabe ao certo, mas por volta do ano de 1978 a igreja foi fechada pelo Pe. Lauria, que um certo dia, chegando para celebrar uma missa, encontrou apenas um fiel dentro dela, ele então, trancou-a e jogou a chave por baixo da porta. Foi reaberta no mês de abril de 1982, depois de várias reuniões com as pessoas interessadas. Em outubro de 1983 decidiu-se que deviam construir um salão para que pudessem demolir a velha igreja e construírem uma nova, e em fevereiro de 1984 foi finalmente decidido sobre a demolição, mas antes tiraram fotos da igrejinha para mandarem para Alemanha de onde iria vir recursos para a construção da mesma. No dia 14 de setembro de 1985 foi inaugurado e abençoado o salão que era utilizado para as celebrações de missas e para as outras atividades da comunidade. No dia 4 de Julho de 1994 foi iniciada a construção da nova igreja que foi inaugurada no dia 27 de outubro de 1996, com missa celebrada pelo Pe. Paulo Campos.

Comunidade Santo André:  Foi fundada por volta de 1993, com missas e catequese realizadas nas casas. A primeira turma de catequese foi dirigida por Lázaro. Em uma missa o Pe. Paulo deu à comunidade o nome de Santo André. Houve na comunidade Batismos e Primeira Eucaristia (e vezes), casamentos e crisma nunca foram realizados. Contamos com o apoio de 8 (oito) catequistas e 4 (quatro) coordenadoras: Magali da catequese infantil, Regina do PA, Fernanda e Alex da Infância Missionária. O salão da comunidade foi construído com muito trabalho pelo seu coordenador Lázaro, enquanto o Pe. Roberto estava na paróquia. As missas são sempre realizadas no primeiro sábado do mês às 20:00 hs e nos terceiro domingos do mês às 10:00 hs.

Comunidade Nossa Senhora de Guadalupe
 Se localiza na estrada Pirapitinga, foi fundada por volta de 1991.  Nela se realiza a catequese e MECE’s.
No início esta comunidade se chamava N. Srª. Aparecida. Em 1976 iniciou a catequese com o atual coordenador Sr. Jair G., com realizações de Primeira Eucaristia e grupo de Reflexão. Foi depois da chegada do Pe. Paulo que mudou o nome para N. Senhora de Guadalupe, pois já existia uma outra comunidade com o nome anterior. Escolheram este nome porque o Pe. Paulo, numa celebração da missa, contou a história de Nossa Senhora de Guadalupe e todos da comunidade gostaram , assim adotaram este nome.
A antiga capela foi desmanchada e a comunidade participava das celebrações numa escola emprestada pela prefeitura, enquanto ajudavam a construir o próprio salão.

 

Comunidade Nossa Senhora Aparecida
Fundada em 1952, na Vila Dossi . De início, foi construída uma capela de madeira pelas famílias Dosso, Fascina, Negrini e Picinati. Depois a construção da capela nova e do salão foi realizada pelos integrantes da comunidade. A imagem de Nossa Senhora Aparecida foi doada pela senhora Irmã M. Dosso, e tem esse nome por causa de uma promessa feita pelo Sr. Antonio Dosso.
Na comunidade é desenvolvida as atividades de canto, liturgia, grupos de reflexão, dízimo e celebrações.

Comunidade Santo Antonio
A comunidade Santo Antonio foi fundada por volta do ano de 1958, por moradores da localidade. Se localiza na Rodovia Júlio Zacarias, bairro Bela Vista. As pastorais e movimentos que ali se desenvolve são: a catequese, a liturgia, canto, dízimo, grupo de reflexão e também tem o conselho administrativo. Para prestar uma homenagem ao Sr. Antonio Cardoso, doador do terreno onde foi construída a primeira igreja, deram  nome à comunidade de Santo Antônio.
A primeira missa realizada na comunidade foi na casa onde residiam os irmãos Gênova, na cozinha da Venda Bela Vista, depois resolveram construir uma barraca de bambu e lona para a segunda missa, foi quando surgiu a idéia de construir uma capela de madeira, era a época do Pe. José Roldam. Depois da segunda missa já arrecadaram dinheiro para construir a igreja com a ajuda dos moradores, que foram na mata cortar a madeira para a construção de uma cruz, a qual foi levada em procissão e estacada no lugar onde seria a capela nova. Passado alguns anos, em julho de 1980, derrubaram a capela de madeira e finalmente construíram uma de alvenaria, com o apoio do Monsenhor Berniero M. Lauria, a qual existe há 25 anos e a comunidade tem quase 50 anos.
Alguns dos irmãos Gênova, os fundadores, que moram em Terra Roxa- PR, esperam participar das bodas de ouro da capela Bela Vista, outros fundadores como família Marini Augusto ainda moram no bairro e freqüentam assiduamente a igreja.

Comunidade São Lucas
Sua localidade fica na Estrada Jangada, Sítio Fugimura e foi fundada em 1986. Foi decidido em uma reunião que a comunidade teria este nome porque nenhuma outra se chamava São Lucas. Há grupo de reflexão e de casais, também a catequese e o dízimo. Em 2003 a comunidade perdeu o salão comunitário e passou a se reunir no sítio do Sr. Fugimura a 300 metros do antigo salão. Apesar de muitas dificuldades, a comunidade procura sempre viver a fé. São mais ou menos 25 famílias que participam ativamente na comunidade.

Comunidade Bom Jesus
Fundada no ano de 1995, na estrada Bom Jesus.  O nome foi devido a sua localidade, para melhor  identificação.
No início as reuniões eram nas casas, mas com a ajuda do Pe. Paulo e o Sr. Álvaro Madureira que doou um terreno, começou a construção com a ajuda da comunidade, porém até hoje tem  coisas para serem terminadas.
Tem as pastorais da catequese, de grupo de reflexão, o movimento da Mãe Peregrina e missas.
    
Comunidade São Pedro
No dia 31 de Julho do ano de 1996 foi realizada uma reunião do Conselho do setor 13 A  para tratar de assuntos a respeito da doação e escritura do terreno para a construção da capela, e no dia 16 de Agosto do mesmo ano, em reunião e através de votação foi decidido o nome da comunidade. Os participantes optaram por esse nome, por acharem que é um dia santo e porque há muitas pessoas devotas de São Pedro.
Nos meses de maio, junho, julho e agosto do ano de 2002, aconteceu em nossa cidade as Missões que foi finalizada no dia 25 de agosto nesta comunidade com a colocação da cruz. Durante este período a comunidade contou com a presença de dois missionários que prepararam diversas atividades para as crianças, jovens e adultos. Durante o dia havia palestras sobre diversos temas, e a noite celebrações e caminhadas com a imagem de N. Srª Aparecida, e na  madrugada ao soar do sino, todos eram convidados a participar de uma celebração ou caminhada rezando o terço, conforme o dia.
No dia 29 de junho de 2004, houve a celebração da Santa Missa, às 19:30hs, realizada pelo Pe. César Hipólito, nesta ocasião foi feito a intronização das imagens de São Pedro e de Nossa Senhora Aparecida à comunidade.
Setores da Comunidade: 13 A e 13 B, tem 04 (quatro) ministros.
A Catequese: No ano de 1991 iniciou a catequese no setor 13 B. A Srª. Irene V. Mocci, coordenadora, contava com 5 catequistas, 48 catequizandos entre pré-iniciação cristã. A catequese era nas casas dos catequizandos, ou na casa da D. Irene, ou nas casas dos catequistas. Em 1993 fomos para a Escola Filomena onde estamos até hoje.
No ano de 2002 começou também a catequese do Crisma. No dia 03 de novembro do mesmo ano, a primeira turma fez a 1ª Eucaristia, com 39 catequizandos. Em 2003, Edna assumiu a coordenação a catequese e também do PA com 9 catequistas, já no ano de 2004, Giane e Maria, coordenadoras da catequese infantil, contavam com 12 catequistas.
A Infância Missionária, teve seu início nesta comunidade em 2006, sob a coordenação de Ângela E. Mocci Calvo e 6 catequistas. Neste mesmo ano, iniciamos encontros com catequistas para esclarecimento sobre o subsídio de catequese.
Ainda no ano de 2001 demos início a catequese para os pais, uma vez por mês. Uma Escola Bíblica, com duração de três anos, foi introduzida em 2003, para catequistas e membros de outras pastorais.
Mensagem:
“A luta é grande, entre conquistas e derrotas prevalece o positivo com a certeza que nesses 15 anos de caminhada fizemos tudo o que podíamos para a construção do Reino de Deus aqui na terra rumo ao Reino Definitivo” (Assessora, coordenadoras e catequistas).
Assessora: Irene Mocci
Coordenadora PA: Edna Lima
Coordenadora Infantil: Giane e Maria.
Coordenadora Infância Missionária: Ângela E. M. Calvo

Comunidade São Tiago
Por volta do ano de 1982, nasceu a comunidade de São Tiago. No início foi construído um pequeno salão, em um terreno doado pela prefeitura, e a comunidade recebeu o nome de Capela Santos Anjos. O início da construção do salão recebeu a ajuda dos funcionários da prefeitura e para termina-la  houve uma festa de três finais de semana para arrecadar dinheiro.
Antes da construção do salão as missas eram realizadas embaixo de um pé de laranjeira e durante a construção passou a ser realizada numa máquina de arroz ali perto. O pároco da época era o Monsenhor  Berniero M. Lauria que celebrou a primeira missa e empossou a primeira diretoria. A capela foi construída por volta do ano de 1989.
No ano de 1992,  pároco da época quis mudar o nome da comunidade, pois dizia que Santos Anjos não tinha um dia específico para ser comemorado, então alguém sugeriu o nome de Tiago, que foi aceito e a comunidade passou a se chamar São Tiago, comemorando o dia do padroeiro em 25 de julho.
O surgimento do grupo de jovens denominado JUCA (Juventude Católica) foi um dos fatos marcantes na comunidade. Também foi nesta comunidade que o Pe. Lauria rezou sua última missa fora da matriz antes de falecer.  Em agosto de 2002, durante uma semana recebeu missionários redentoristas que elevou os ânimos de todos da comunidade. Em 25 de maio de 2003 recebeu a visita de Dom João Braz de Assis, arcebispo arquidiocesano de Maringá. Também nos dias 25, 26 e 27 de julho de 2003 aconteceu a primeira festa do padroeiro da comunidade, que em 2004  se repetiu. Em 2005 ocorreu a primeira procissão com a imagem do padroeiro pelas ruas da comunidade.
Hoje a comunidade conta com as seguintes pastorais e serviços: catequese, dízimo, liturgia, Movimento da Mãe Peregrina, Conselho de Assuntos Econômicos e o Conselho Pastoral da Comunidade. Tem-se 05 (cinco) Ministros Extraordinário da Eucaristia e coordenação nos três setores que formam a comunidade.

Comunidade São Paulo
Antes de ser chamada Comunidade São Paulo era os setores 13 e 15, somente no ano de 1997 com a missa de domingo de ramos, passou a ser comunidade. Foi feita uma homenagem ao pároco da época Pe. Paulo Campos, o qual celebrou a primeira missa, por isso deu-se o nome de Comunidade São Paulo. Iniciou-se com 02 (dois) ministros da eucaristia; mesmo ainda sendo setores já existia algumas pastorais e movimentos: da catequese, da saúde e do dízimo, o Movimento Mãe de Deus, grupo de jovens e grupo de reflexão e uma equipe de liturgia. Havia também o C.P.S. (Conselho Pastoral Setorial).
A catequese e as celebrações eram realizadas nas casas das famílias. Nos meses de maio a  agosto do ano de 2002, aconteceu as Missões, quando foram recebidos os missionários na comunidade, os quais realizaram trabalhos diversos; com crianças, jovens e adultos; como palestras, celebrações e procissões. E no dia 18 de agosto teve a finalização nesta comunidade quando foi colocada a cruz.
Para o crescimento da nossa comunidade são realizadas promoções com a colaboração de todos os movimentos e pastorais.

Paróquia Nossa Senhora Mãe de Deus
A paróquia foi criada no Distrito de Barão de Lucena, município de Nova Esperança, em 1970. Antes, como capela de Nova Esperança, já em 1952, abrigava pequenos sítios. Em 1972 por decreto de Dom Jaime, o município de Presidente castelo Branco foi elevado a categoria de paróquia junto com Barão de Lucena, perfazendo ambas uma só paróquia. A  1ª capela de Presidente Castelo Branco, então local chamado Iroí. Foi construído em 1948 e a 1ª missa foi celebrada no dia 13 de junho do mesmo ano, pelo Pe. Emílio Scherer de Maringá; em 1951 passou a ser capela de Mandaguaçú, regida pelos padres capuchinhos; em 1953 passou a ser capela de Nova Esperança até sua elevação como paróquia.
500 agentes pastorais distribuem-se nos mais variados movimentos de igreja e associações: Movimento Familiar Cristão, Cursinho de Cristandade, Apostolado da Oração, Grupos de Jovens e Adolescentes, Equipes de Coroinhas, de Liturgia e Catequese, Ministros Extraordinários de Eucaristia organizados em conselho pastoral para evangelização, palestras e reuniões de grupos, para casais, professores e alunos de ginásio, curso de batismo, Pastoral da Saúde, Promoção Humana e CEB’s.
Objetivo: Evangelizar e promover a família desenvolvendo nela seus valores humanos e cristãos a fim de que seja formadora de pessoas , educadora da fé e promotora do bem comum .
A base do MFC é formada por equipes de casais: - equipe diocesana, - equipe estadual, - conselho regional , - conselho nacional e equipe SPLA que unifica e promove o MFC na América Latina.

 

Além das pastorais e movimentos citados, ainda contamos com: CRISTMA, Pastoral da Educação, Pastoral da Juventude, Pastoral da Terceira Idade, Pastoral de Canto, Pastoral de Liturgia, Serviço de Animação Vocacional.

 

CATEQUESE NA PARÓQUIA DO SAGRADO CORAÇÃO 2003-2006

 NOVA ESPERANÇA - PR

            Com a finalidade de enriquecer esse trabalho de pesquisa, que vem sendo realizado pelas Catequistas, alunas da escola Catequética Diocesana, relataremos a caminhada da Catequese desse período. Como toda experiência traz sempre novos conhecimentos, é possível verificar claramente os passos dados nesse sentido.
            Nos anos de 2003 e 2004, respeitando todo um contexto histórico da vida da comunidade, a catequese fez uma caminhada bastante divergente, na qual, catequistas da Catequese infantil e da catequese para o Crisma, tinham pouco ou quase nenhum contato, as formações para ambas categorias eram realizadas separadamente, em dias diferentes. Depois de muito diálogo e insistentes tentativas, foi mudando o foco e procurou-se uma certa integração. Até então, eram assim denominadas: Catequese Infantil e P.A. ( Pastoral dos Adolescentes).
             No ano de 2005, houve crescimento nas Relações Humanas e Fraternas, acontecendo melhor organização e compreensão das diferenças, tendo a participação quase unânime dos catequistas de ambas catequeses, na Escola Paroquial (Formação para Catequistas iniciantes), realizadas bimestralmente, e Escola Diocesana, uma vez ao mês, sendo organizada, envolvendo Catequistas dos diferentes grupos. Passando a serem denominadas: PI (Pastoral Infantil e Pré Catequese) e P.A. (Pastoral dos Adolescentes e Catequese de adultos). Iniciou-se em seis de Abril deste mesmo ano na Paróquia, a Infância Missionária (Obra Pontifícia Missionária), diferente de Catequese, mas que já insere as crianças na caminhada da Igreja, envolvendo crianças de quatro a seis anos de idade. Foram inúmeras as conquistas, desenvolvendo atividades em conjunto e buscando acompanhar a caminhada da Diocese.
            Aconteceu em agosto de 2005, o 1º Seminário Diocesano de Catequese com Adultos, em Maringá, decorrente das reflexões do Congresso que tratou do mesmo tema, realizado  em outubro de 2004 em Curitiba. Esses acontecimentos vieram enriquecer a caminhada da Catequese Paroquial, tendo como foco principal, a Catequese com Adultos, isto é, envolvendo a família num processo de formação permanente, fazendo um resgate de suas experiências, como pessoas e como cristãos. Viabilizou-se também um novo rumo à Catequese com adultos, que não receberam os Sacramentos.
            Em 2006, dando continuidade à caminhada da Catequese e considerando as resoluções tomadas na última Assembléia Diocesana, com todas as Coordenações Paroquiais de Catequese entre tantas decisões, houve a  adesão do RICA – Ritual de Iniciação Cristã para Adultos, a ser utilizado na Catequese com Adultos que não receberam os Sacramentos; percebemos avanços no processo.
Definindo as etapas como tais, passou-se à seguinte ordem:

  • Catequese de Iniciação: (anteriormente, Pré-Catequese), iniciando aos 7 anos completos, até trinta e um de dezembro do ano antecedente;
  •  Catequese Infantil: (anteriormente, PI), iniciando aos 8 anos completos, até trinta e um de dezembro do ano antecedente;
  • Catequese para o Crisma: (anteriormente, PA);
  • Catequese Especial: (para os adolescentes de 12 a 16 anos, que não receberam os Sacramentos);
  • Catequese com adultos: (para os Adultos acima dos 16 anos e que não receberam os Sacramentos. Estes seguindo o RICA – Ritual de Iniciação Cristã para Adultos);
  •  Encontros com as Famílias dos Catequizandos: a partir das reflexões do subsídio, Catequizar Sempre 15, elaborado pela equipe responsável do Regional Sul II.

Assim está ocorrendo a caminhada da Catequese paroquial, com seus avanços e desafios, procurando levar as pessoas a fazerem a experiência do amor de Jesus em suas vidas, não importando a idade ou a fase em que se encontram.

 

Com gratidão, amor  e oração, assim se expressa:

Assessora e Coordenadoras da Catequese Paroquial.